
Taquara Preta : Casa dos Desvios
Deriva Urbana realizada no bairro Taquara-Preta reuniu participantes para caminhadas, observação e registros do território.
Sáb., 30 de maio de 2026
Deriva Urbana: Bairro Taquara-Preta, Cataguases, MG, Brasil.
Horário: 14:20 às 18h08.
| Tarde de sábado; dia nublado; 24°.
Inicialmente, Kat, Samara e eu nos encontramos na Nock's para nos deslocar de Fusca para o bairro Taquara-Preta junto ao Heitor e Pedro.
Durante o trajeto, os meninos descreveram algumas curiosidades da cidade para as meninas, que são de fora; São Paulo, eu acho.
Passamos pelos bairros Imigrantes, Vila Reis, Justino, em direção à EMPA, até nosso destino.
Assim que chegamos, Lucão já estava presente na arquibancada, assistindo o preâmbulo da partida de futebol local entre o time da Taquara-Preta e Olaria.
Em seguida, nos reunimos ma área social coberta da praça do bairro e Pedro fez as considerações iniciais. Rafael chegou minutos depois.
Fomos direcionados, individualmente, para a deriva; Pedro sugeriu alguns minutos de caminhada e o ponto de encontro.
Eu, fiz registros de imagens e descrição genéricas e detalhadas especialmente das casas tradicionais da Taquara, descrevendo suas transformações de infraestrutura e captando as camadas socioespaciais.
Para isso, usei um sketchbook e canetas nanquim (imagens a seguir).
Ao fim da primeira caminhada, nos reunimos num bar para compartilhar nossas observações e tomar Coca-Cola.
Depois, fomos direcionados para uma para parada de ônibus; Pedro fez uma introdução teórica e fomos para a segunda caminhada para captar mais informações, junto a bagagem coletiva partilhada no primeiro encontro.
Durante minha incursão, Lucão e Rafael me chamaram para ver uma casa abandonada. Estava em estado degradado e com vestígios de apropriação de pessoas em situação de rua. Saí antes deles e continuei meu trajeto.
Dessa vez, fui captar a dinâmica do comércio local; conversei com moradores(as) do bairro, comprei frutas e, por fim, me encontrei com os demais no mesmo ponto inicial, na praça, para desfecho.
Conversamos mais alguns minutos sobre a segunda caminhda. Heitor deu carona para Kat, Rafael, Samara e eu, enquanto os demais permaneceram no bairro.
Texto: Tuca Nunes









